TV Globo: "Viver Sertanejo" reúne Solange Almeida e Elba Ramalho para histórias da música nordestina

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No próximo domingo, dia 16, Daniel recebe, no ‘Viver Sertanejo’, Elba Ramalho e Solange Almeida, em um encontro entre mulheres de raízes nordestinas para trocas que exaltam a cultura do interior do país. Elba, natural do sertão da Paraíba, e Solange, do sertão da Bahia, trazem histórias da infância e as similaridades de suas trajetórias, além de explorarem referências musicais e as conexões entre o sertanejo e outros gêneros que fazem parte da identidade musical do Nordeste.

Elba fala sobre o ambiente musical em que cresceu e a influência do pai: “Meu pai era músico de orquestra, pernambucano de origem, amava frevo. Então cresci com essa efervescência musical dentro de casa”, conta. Na infância, a música também fazia parte das noites em família, quando o violão acompanhava os momentos sob o céu estrelado no sertão paraibano.

Aos 19 anos, Elba decidiu seguir profissionalmente pela música e pelo teatro, quando recebeu o convite para integrar o Quinteto Violado. A cantora relembra ainda a influência da cultura sertaneja em sua formação e revela que “Bate Coração” foi a sua primeira música a ouvir no rádio. No ‘Viver’, apresenta “Gostoso Demais” e “Entre o Céu e o Mar”

Solange Almeida, por sua vez, conta que a música entrou em sua vida muito cedo. Desde pequena, já sabia que queria ser cantora, embora não imaginasse a dimensão que a carreira tomaria. Aos 12 anos, em 1986, começou a cantar profissionalmente e lembra que a primeira música que interpretou foi “Morena Tropicana”, de Alceu Valença. No programa, Solange canta com Daniel “Quem Pode Ocultar?” e fala ainda sobre a parceria com Wesley Safadão em “Se É Pra Gente Ficar”.

A cantora também recorda que uma das primeiras referências que a fizeram se apaixonar pela música foi Elba Ramalho. “Elba surgiu para mim com ‘Bate Coração’. Foi o primeiro sucesso que eu me apaixonei”, recorda.

Apresentado por Daniel, o 'Viver Sertanejo' vai ao ar aos domingos, depois do 'Globo Rural'. Tem produção de Nathália Pinha, produção executiva de Matheus Pereira, direção de Rafael Boucinha, direção artística de Gian Carlo Bellotti e direção de gênero de Monica Almeida.