Sophie Charlotte interpreta a canção Flor de Maracujá, de Gal Costa, em single lançado pela Orquestra Sinfônica da Bahia

Uma nova etapa de celebração aos 80 anos de Gal Costa

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Chega às plataformas digitais o single Flor de Maracujá, um dos clássicos do repertório da cantora baiana, gravado pela Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), com a participação e interpretação da atriz Sophie Charlotte. 

A canção foi uma das escolhidas para o projeto “Gal 80”, com o lançamento de álbum e audiovisual em homenagem à cantora baiana, nascida em 26 de setembro de 1945. Flor de Maracujá e outros sucessos de Gal foram gravados em concerto realizado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), com regência e direção musical do maestro Carlos Prazeres. 

“Viva Gal Costa, sua arte, seu legado que ressoa para sempre”, destacou Sophie, antes de dar voz à Flor de Maracujá, composição de João Donato e Lysias Ênio, lançada por Gal no emblemático álbum Cantar (1974). 

"Essa oportunidade de estar com a OSBA foi incrível. Mergulhar na discografia da Gal, na voz dela, na arte dela, me transformou”, ressaltou a atriz. No projeto Gal 80, ela também dá voz à canção Sorte, em que canta ao lado de Simoninha, artista que também participa do álbum e audiovisual.

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O projeto “Gal 80” tem direção artística de Manno Góes. Além de Sophie Charlotte, participam do álbum e do audiovisual as cantoras baianas Emanuelle Araújo, Márcia Short, Aiace, Angela Velloso, Clariana, Luíza Britto, a manauara Walerie Gondim, a paraense Claudia Cunha, e os cantores Simoninha e Lazzo Matumbi.

“Levar o projeto ‘Gal 80’ para as plataformas é eternizar um concerto único em um documento artístico histórico que une Gal Costa e OSBA, ambos muito amados da Bahia”, ressalta Manno, também diretor de comunicação da União Brasileira de Compositores (UBC). Ele conta que a obra foi reconstruída em estúdio a partir de mais de 75 canais gravados separadamente, com mixagem e masterização desenvolvidas para evidenciar os detalhes da apresentação.

Segundo o maestro e diretor artístico da OSBA, Carlos Prazeres, o projeto representa “um encontro raro entre memória, identidade e presença”. Para ele, Gal Costa simboliza a liberdade criativa e a constante reinvenção da música brasileira. “Ela expandiu o que podia ser a canção brasileira, o que podia ser a voz feminina”, afirma.
 
O lançamento de “Gal 80” marca ainda a estreia da OSBA nas plataformas digitais, inaugurando uma nova fase da instituição no mercado fonográfico e audiovisual. A iniciativa é fruto de parceria com a ADA Music, braço independente de distribuição e serviços da Warner Music Group, com o selo Mapa Fonográfica.