"Fantástico" promove o primeiro encontro entre Sandra Annenberg e Tatá Werneck
Também no programa deste domingo, dia 28, Ana Maria Braga é a entrevistada do quadro ‘Pode Perguntar’ |
Após Tatá Werneck viralizar nas redes sociais com a sua versão da jornalista Sandra Annenberg no programa de humor ‘E.T.: Edu e Tatá’, que comanda ao lado de Eduardo Sterblitch no Multishow, o ‘Fantástico’ promove o primeiro encontro entre as "Sandras" da vida real e da ficção. Na reportagem que vai ao ar neste domingo, dia 28, Renata Capucci entrevista Sandra e Tatá, que falam sobre a admiração mútua e o sucesso do quadro, criado como uma homenagem à jornalista. “Foi uma delícia, porque ela é muito querida. Eu admiro a Tata profundamente, ela é muito rápida, muito inteligente. É uma honra ser retratada por ela. A Tatá faz questão de dizer que não é uma imitação, ela diz que é uma livre inspiração em que ela representa o que ela entende do que eu sou. E ser retratada por uma comediante desse quilate é o máximo! Eu só tenho a agradecer imensamente ao carinho que ela tem por mim. E dizer que eu tenho muita admiração por ela também. Foi um encontro para a vida!”, afirma Sandra. Ao programa, Tatá Werneck revela o momento em que decidiu interpretar Sandra Annenberg. “Eu sou tão fã da Sandra que achava que precisava sempre ter uma cerimônia com ela, apesar de saber que ela é a pessoa mais acessível do mundo. Mas eu fiquei com ela na cabeça e quando criaram uma cena de ‘Globo Repórter’, eu falei: ‘Ai, posso tentar fazer a Sandra?’", revela a atriz. A repórter Renata Capucci destaca o clima de afeto que marcou o encontro. “Eu também sou mega fã da Sandra. Por anos a substituí no ‘Jornal Hoje’ e depois no ‘Como Será’. E é um peso enorme, sabe? Porque você tem que ser boa como ela. O papo foi muito legal, hilário, e com muito afeto”, conta. Também neste domingo, com mais de 50 anos de televisão, Ana Maria Braga encara um desafio inédito no ‘Fantástico’: ficar diante da curiosidade aguçada do time de entrevistadores do quadro ‘Pode Perguntar’, todos dentro do espectro autista. A apresentadora fala sobre momentos marcantes de sua trajetória pessoal e profissional, relembra a infância, a relação com o pai, como entrou para a televisão, e revela histórias curiosas dos bastidores de sua carreira. Ao responder às perguntas dos entrevistadores, a apresentadora aborda ainda temas delicados de sua vida, como a luta contra o câncer e a decisão de abandonar o cigarro após problemas de saúde. Com sinceridade, ela fala sobre autoestima, envelhecimento, críticas que recebeu ao longo da carreira e a importância de não depender da aprovação dos outros para ser feliz. “Eu me acho linda, me acho uma pessoa legal. Ouvi críticas ao longo de toda a minha vida. Antes eu era chamada de Ana Maria brega, porque de repente não atendia aos padrões de moda da época. E isso me deixava com um pouco de ressentimento e mágoa, mas ao longo da vida eu percebi que a opinião do outro não muda absolutamente nada na minha vida. Porque eu vou continuar tendo a idade que eu tenho, fazendo o que faço e vou continuar sendo feliz, até que alguém que me ame e goste de mim diga que não dá mais. Mas, fora isso, se Deus continuar me dando lucidez, saúde, vontade e alegria para trabalhar, essa opinião para mim não vai mudar absolutamente nada”, reflete a apresentadora. O bate-papo também passa por relacionamentos, família e maternidade, com reflexões sobre as escolhas da filha Mariana e o respeito às decisões individuais. Em clima de troca e afeto, Ana Maria divide conselhos sobre amor, confiança e deixa uma mensagem sobre acolhimento, empatia e respeito às diferenças, reforçando a importância de compreender o outro para construir uma convivência mais inclusiva. O ‘Fantástico’ deste domingo, dia 28, vai ao ar após o ‘Domingão com Huck’. |
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